by Paula Pfeifer Viagem

Roteiro de Lisboa 2017

14/06/2017

Compilei nosso roteiro de oito dias em Portugal, com tudo o que fizemos. Essa eurotrip foi bem slow motion, sem pressa, sem grandes planos e sem obrigações. Fomos ao sabor do vento mesmo. Tereca e eu batemos muita perna e usamos muito Uber (que aliás, é baratérrimo por lá).

Dia 1

Chegada em Amsterdam, onde, desavisados, pagamos 70 euros por um táxi até o centrinho. Cansados e com fome, acabamos num restaurante de turista mesmo, onde comemos uma comidinha típica sem muita graça. Batemos perna e voltamos para o aero numa super Mercedes (Uber) que custou 20 euros…

Dia 2

Fomos a Peniche conhecer as praias e lá almoçamos na Marisqueira Mirandum – MARAVILHOSA! Depois pegamos o carro e rumamos até Mafra, onde vimos os órgãos da catedral sendo afinados (tive que desligar os implantes para aguentar). Seguimos para Cascais, onde sentei no Bar da Praia com uma vista espetaculosa e tomei um vinho branco com a vó enquanto o Lu dava um mergulho. À noite, Bairro Alto e matar a saudades do Grapes&Bites, que continua imperdível.

Dia 3

Fizemos o tour pela adega da Quinta da Bacalhoa – a história de vida do comendador que fundou a quinta é interessantíssima. Almoçamos na praia mais linda da vida, chamada Praia Portinho, no restaurante O Farol – fujam do primeiro restaurante da praia, são só dois, o primeiro é mais perto mas o atendimento e o cardápio são a treva. Conhecemos a praia de Sesimbra. À noite, jantamos num típico restaurante português só frequentado por locais, o Floresta do Salitre. Três pessoas, duas garrafas de vinho, três pratos principais, entradas e sobremesas, 50 euros.

Dia 4

Fui até a tal livraria mais antiga de Portugal e achei maior programa pega-turista everrrr! Rolou encontro de leitores do Crônicas da Surdez no meu hotel e jantamos num restaurante chamado Figu’s, numa esquina da Praça do Comércio. Muito bom!

Dia 5

Fui com a vó conhecer a LX Factory e confesso que saí de lá decepcionada. Li tantas coisas a respeito que imaginava que seria meu programa favorito da viagem, mas não foi. Depois, seguimos para o MAAT e de lá para o Mercado da Ribeira. Como havia pelo menos umas 1.000 pessoas lutando por um lugar para sentar, fomos mais espertas e sentamos no Pap D’Açorda, no segundo andar. Comida perfeita e mesmo preço das lancherias do térreo. Acabamos o dia num show de fado no Don Afonso El Gordo e choramos litros!

Dia 6

Conheci um motorista mineiro muito querido que me deu o cartão dele – Leandro, WhatsApp +351 965 774 175 – e fechamos para que nos levasse até Fátima num tour privado, por 120 euros (eu e a vó). Além de ser uma viagem calma e tranquila, conversamos muito sobre a vida em Portugal e saiu mais em conta do que entrar naquelas excursões cheias de gente gritando e empurrando. Na volta, pedi para ficar no outlet ryco mas, com sono, não percebi quando acabamos no Strada Outlet, rsrsrsrs – mas lá tem outlet de Nike, da Kiko, da Samsonite e muita coisa boa, é enorme.

Dia 7

Fomos comprar os famosos e autênticos pastéis de Belém pertinho da torre – nem pense em comer em outro lugar porque nenhum vai chegar aos pés! Almoçamos no Portugalia, em frente ao monumento dos Descobrimentos, e foi uma grata surpresa, embora muito mais caro do que qualquer outro restaurante turistão. À tardinha fomos conhecer o Bairro do Avillez, que é o hype do momento em Lisboa: dobro do preço do Grapes&Bites e um terço da quantidade de comida, mas tudo impecável.

Dia 8

Fomos ao Castelo de São Jorge, que não havíamos conhecido em 2015. Batemos perna pela cidade e fizemos um almoço de despedida no Grapes&Bites (já deu pra notar que eu amo!!). De tarde, demos um pulo no El Corte Inglés e saímos de mãos vazias. E o jantar de despedida foi na Marisqueira M, no Bairro Alto.

18 amaram.

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