Look: calça de couro preta
Sempre quis uma calça de couro fake e nunca tinha encontrado pra comprar, até que me encantei com as da Armazém (gostei tanto que acabei com uma preta, uma bege e uma vermelha!!!). Quem não tem pernas fininhas sente um pouco de receio de usar, mas a verdade é que elas podem nos favorecer bastante, especialmente se usadas com um belo salto alto pra alongar as pernas.
Lembram das clutches de caveira do Tio Coreano? Essa pretinha uso direto, porque é muito prática: cabe telefone, iPod, chaves, cartões, batom… Peguei mania dela e acabei deixando as bolsas de lado na hora de sair à noite. A pulseira maleável de cobra enroscada é da Rock It Store, loja baratíssima pra comprar bijoux.
Essa meia pata bicolor (preto + vermelho) tem salto de animal print bem grosso; andar com ela é quase como andar de chinelo (juro!!!). Custou R$129,90 na Taquilla, e a marca é Di Valentini. Vejam o zíper lateral da calça de couro, que faz com que dê pra usar essa calça com praticamente qualquer sapato. A blusa comprei no Ebay e o tecido é uma espécie de moletom fininho.
Calça de couro ecológico: Armazém
Blusa: Ebay
Sapato: Di Valentini na Taquilla
Óculos: Garagem Korova
Clutch de caveira: Tio Coreano
Brinco: Maria Dolores
Pulseira de cobra: Rock It Store
Sweetest e Crônicas nas nuvens…
É com muito orgulho que venho dividir essa notícia com vocês! Eu, o Sweetest e o Crônicas da Surdez estamos numa matéria enorme ( 7 páginas) da revista TAM nas Nuvens de maio, que circula nos vôos nacionais e internacionais da TAM durante todo o mês. Quem ilustrou a matéria foi ninguém menos que Gian Paolo La Barbera, figura assídua em revistas como Dazed and Confused e Shook – me apaixonei tanto pelas ilustras que ele vai criar uma nova cara pro Sweetest em breve! \o/
A matéria conta várias situações pelas quais já passei em viagens internacionais! Acho que vocês vão gostar! Dá pra ler online aqui ou então, dá pra ler nas nuvens, no caso de quem pegar um vôo da TAM esse mês! Espero que gostem! :)
Pequenos Escritos XXXIII
“A grande questão da vida é encontrar o equilíbrio entre o peso e a leveza“ (Milan Kundera, em “A insustentável leveza do ser“)
E os problemas, a vida real, as durezas, provações, angústias? E as tristezas secretas que carregamos, cujo peso insuportável deve ser levado nas costas como um saquinho dourado de plumas? São um porre, uma droga, o pacote completo da chateação. Mas o que seria da gente sem toda a dor, todo choro da madrugada que ninguém ouve nem vê, todas as pontadas no coração, sufocos? Nunca desejei ter o sorriso sórdido e o semblante superior daqueles que jamais sofreram. E apesar do desatino de precisar conviver com um punhado de problemas-sem-solução, feridas antigas e dissabores eternos, acho uma delícia conseguir ficar mais forte a cada tsunami que passa. A capacidade de saborear a leveza da vida só chega depois de muita porrada na cara; a sensatez só dá oizinho depois que te viu destroçada em mil pedaços. O que importa é não se transformar numa criatura amarga, invejosa e negativa no caminho. E vem cá, me diz: você queria ser aquela pessoa bobinha e com quilometragem zero de muitos anos atrás? Eu, não! Sofreu, chorou, apanhou? Agradeça aos céus pelos ensinamentos. But, please, aprenda alguma coisa e siga em frente. A vida é ligeira.
Micoses superficiais da pele
“As micoses superficiais da pele, em alguns casos chamadas de tineas, estão entre as queixas dermatológicas mais freqüentes. São infecções causadas por fungos que podem atingir a pele, o cabelo (e o couro cabeludo) e as unhas. Os fungos podem ser encontrados por toda parte: no solo, nos animais e até mesmo na nossa pele, convivendo harmoniosamente conosco, sem causar doença alguma. A queratina, uma substância encontrada em abundância na pele, cabelos e unhas, serve como alimento para esses fungos. Quando eles encontram condições favoráveis para o seu crescimento, como o calor e o excesso de umidade, baixa da imunidade do paciente (por exemplo, diabetes) ou o uso prolongado de antibióticos sistêmicos, os fungos se multiplicam e passam a causar problemas. O diagnóstico é realizado pelo exame clínico, e as vezes é necessário coletar uma amostra da lesão (raspado) através do exame micológico direto, para determinar a positividade da lesão e o tipo de fungo que está causando a doença.
O tratamento depende do tipo de micose e deve ser determinado por um médico. Deve-se evitar o uso de medicamentos indicados por e para outras pessoas, pois isto pode mascarar características importantes para a realização do diagnóstico correto da micose, o que dificulta o tratamento.
Pode-se utilizar medicações locais (tópicas) na forma de cremes, loções, talcos, pós e esmaltes, ou medicações via oral, dependendo da intensidade do quadro e da situação clínica do paciente. Uma coisa é certa: o tratamento é sempre prolongado, podendo chegar a 12 meses, como no caso das onicomicoses (micoses das unhas). Nunca se deve interromper o tratamento logo que os sintomas desaparecerem, pois o fungo localizado nas camadas mais profundas pode resistir. A medicação deve ser continuada pelo tempo indicado pelo médico.
Para evitar (ou minimizar) o aparecimento das micoses, devemos sempre após o banho secar muito bem as áreas de dobras da pele, principalmente as axilas, a virilha e entre os dedos dos pés. Evitar permanecer com roupas molhadas ou úmidas por tempo prolongado e não utilizar roupas justas e quentes (como roupas de tecido sintético), pode ajudar bastante. Para as roupas de baixo (calcinhas, cuecas, sutiãs, meias, camisetas), preferir sempre tecidos leves e de algodão. O mesmo vale para os calçados: quando puder, opte pelos mais largos e ventilados. O uso de objetos pessoais de outras pessoas (roupas, bonés, calcados, toalhas, pentes) é desaconselhável e na manicure, de preferência, usar somente o seu material. Por último, deve-se evitar o contato prolongado com água e sabão e sempre mexer na terra calçando luvas, além de não andar descalço em pisos que constantemente permaneçam úmidos, como nas saunas e vestiários.”
Raíssa Londero Chemello
Médica Dermatologista – CRM 27193
Mestre pela Universidade do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Twitter: @DermatoPhysalis
Dois achados para pele seca
Frrrio, água pelando de quente no banho e pele seca são uma combinação bem desastrosa! Eu que o diga!!! Mas descobri dois produtos ótimos para quem sofre do mesmo problema. O primeiro é o Cold Cream 50ml para mãos da Avène. Até então, o único produto da Avène que já tinha usado era a famosa água termal, mas no mês passado, fuçando no site da Kutiz, encontrei o Cold Cream e decidi ver qual era a dele. É muito bom, passo à noite e, quando acordo pela manhã e vou lavar o rosto, o creme ainda está lá firme e forte. Ele penetra na pele, diferente de outros cremes que só ficam na superfície e ‘evaporam’ em 5 minutos, não dando a hidratação que uma pele desértica precisa. Com os 10%OFF ele fica por R$25,11 – a Kutiz dá 10%OFF em qualquer compra entrando no site através do banner ali à direita.
Além das mãos, os pés e as pernas sofrem horrores nesta época do ano – às vezes as pernas chegam a rachar!!! Já tinha ouvido muuita gente comentar sobre a marca Eucerin, por isso quis testar o Eucerin Creme para os pés 10% Uréia (100ml). Uso também nas pernas, mas a indicação dele é para os pés, por isso a sua textura é leve. Só que é um leve que faz o que tem que fazer, diferente daqueles cremes melequentos que dão a sensação de estar fazendo o serviço, mas hidratar que é bom, nada!! Gostei bastante porque odeio ficar toda grudada e esse creme é rápido no gatilho: passou, penetrou na pele e hidratou sem deixar vestígios na roupa. Com os 10%OFF, ele sai por R$26,91.
PS: A Kutiz vende Avène, Eucerin, La Roche-Posay, Vichy, Ada Tina, Mustela, RoC, Heliocare, Imedeen, Cetaphil, Innèov, Stiefel, Melora…
Seis lugares bacanas de Buenos Aires
Depois que a gente se apaixona por Buenos Aires, a melhor coisa a ser feita a cada visita é descobrir lugares novos para comer, beber, fazer aquele people watching básico e badalar à noite. Não há ninguém melhor que o Geraldo Figueras, que escreve o In Spirits, para dar as dicas mais quentes e mais novas dessa cidade que tanto amo. Na verdade, acho que o Geraldito deveria oferecer o serviço de “guia VIP de bares porteños” – enquanto ele não faz isso, vamos aproveitar que ele deu dicas de 6 lugares bacanas de Buenos Aires para…
… tomar um café de menininha

Palermo está lotado de cafezinhos bacanas com aquele tipo de decoração bem feminina, e um dos mais legais que apareceram nos últimos tempos foi o Bartola. Perfeito para reabastecer as energias no meio da tarde com um suco de frutas vermelhas e algum dos deliciosos sanduíches feitos lá.
Dica: dê um jeito de conhecer os dois banheiros e veja a real diferença do masculino para o feminino
… experimentar uma parrilla diferente

Carne boa é fácil de achar. A grande sacada do Las Cholas é a apresentação dos pratos, bem rústica. As carnes são servidas em grossas tábuas de madeira e sempre acompanhadas de batata frita e purê de abóboras. Ainda tem vários outros acompanhamentos típicos do norte argentino, preparados em forno de barro.
Dica: chegue cedo e sente na calçada, é a melhor maneira de curtir o bairro Las Canitas
… manter a linha com algo natureba

Tem hora que cansa comer carne o tempo todo né? O Mamaracha é um dos meus favoritos do Soho para comer sanduíches. Prove qualquer um deles, o pão é caseiro e é sempre uma delícia. Uma jarra de suco de limão com gengibre pra acompanhar é o ideal, e caso não tenha muita fome siga no básico portenho: media lunas e um café.
Dica: não esqueça do dinheiro! A casa não aceita nenhum cartão de crédito.
… provar tragos criativos

Não resistiu e teve que ir ao Centro conhecer a já polêmica Florida? Escape da muvuca um pouco e corra até o Dill & Drinks, um restaurante pequeninho mais cheio de estilo. Sente no balcão, explique que tipo de bebida você mais gosta e deixe o bartender te surpreender com algo delicioso.
Dica: não vá em grandes grupos. O restaurante tem só 4 mesas além do balcão e lota cedo. Mais sobre o Dill & Drinks, aqui.
… conhecer o sushi da sua vida

Sou apaixonado por esse lugar. Escondidinho em um pedaço afastado e calmo de Palermo Hollywood, o Tô é um restaurante muito astral de comida japonesa-francesa. Toda comida lá é uma delícia, mas os sushis… Peça qualquer um deles, mais algum trago bem refrescante – já que o bar deles é incrível – e veja se você não vai ficar mais exigente com comida japonesa depois disso.
Dica: ouse. Não tenha medo. Lugares como esse são perfeitos para provar algo.
… sair de balada na terça-feira

A real é que aquela velha máxima de “Buenos Aires nunca dorme” já não é verdade. Os lugares que realmente se mantiveram acesos depois da crise são poucos, e balada na 3ª feira tem que ser no Kika Club. A festa se chama Hype e é uma mistura de estrangeiros de toda parte do mundo com portenhos que podem sair durante a semana.
Dica: vá cedo e faça um esquenta em algum lugar alí por perto, como Congo ou Belushi.
Tá de trip marcada pra Buenos Aires? Então corre pro In Spirits!!!


















