Amor by Paula Pfeifer

Estou grávida: gravidez aos 36 anos

15/11/2017

Agora que já posso contar, deu vontade de compartilhar essa jornada. Descobri minha gravidez um dia antes do meu aniversário de 36 anos, em Chicago, e minha reação foi engraçada: eu chorei copiosamente e meu corpo recebeu uma descarga de adrenalina que me deixou com mãos e pés parecendo cubos de gelo. Acho que, no fim das contas, ninguém está de fato ‘preparado’ para essa notícia. Mesmo uma gravidez planejada, como a nossa, deixa a pessoa de cabelos em pé!

Quando decidimos começar a tentar, a ideia que tinha era a de que ficaríamos um ano tentando e, se não rolasse, eu iria deixar pra lá. Para a minha mais absoluta surpresa, na primeira tentativa, ploft. 🙂

Demorei um bom tempo até entender que gostaria de ser mãe – ao contrário do que costumava dizer para mim mesma – e processar essa informação, porque são muitos os medos envolvidos. Demorei pra entender que não existia ‘hora certa’, emprego certo, nada disso. E foi maravilhoso quando caiu a ficha de que eu estava com a pessoa certa que, além de tudo, já possui Selo de Aprovação Testado e Multi Aprovado de Super Pai. Do que mais eu precisava?

Ah sim: a cabeça gira pensando em gastos, problemas, futuro. Mas tendo sido a criança que fui, criada com o básico, que nunca teve seu próprio quarto e ajudou a criar o irmão, não tenho frescura e não acredito que uma criança precise disso. Também não acredito em sacrifícios extremos em prol de “dar o melhor” porque ninguém vai morrer se não tiver tudo o que quer ou o que os outros tem. Enfim. Quando esse medão bate penso nisso, olho para o meu passado, vejo que sobrevivi e que todos podemos sobreviver – aí o pânico dissipa bem.

Entre as semanas 4 e 10, tudo o que senti foi: falta de ar, fome, fadiga extrema e uma dificuldade de raciocínio que não me pertencia. Na maior parte do tempo parecia que meu corpo estava possuído por outra pessoa, sensação muito, muito louca. Não me sentia mais dona de mim, das minhas vontades e muito menos dos meus pensamentos. O que fazia em 1 hora na frente do computador precisava de pelo menos 3 horas. Uma lerdeza e uma bocabertice que não eram desse mundo, sério.

Amanhã entro na semana 14, e há poucos dias voltei a me sentir um ser humano. Tive nada menos do que três semanas seguidas de diarréia, o que me fez perder peso e, segundo a obstetra, me deixou com 2,6kg de ‘crédito’. Quando ela disse isso quis sair correndo pra comemorar numa churrascaria rodízio, mas assim que mordi um pastelzinho fit num café já senti aquele ‘ugh’ de que não ia rolar. Pareceu cupom de desconto que não funciona, rsrsrsrs!

Há duas semanas estava com tanta dificuldade de respirar que, num passeio na Biblioteca Nacional, o segurança quis chamar os bombeiros. Ainda bem que eu estava com o Lu e não precisou, imagina o mico. De lá seguimos para a Chácara do Céu e eu caminhava 3 minutos, e precisava sentar por 10. Só conseguia pensar: “imagina quando estiver barriguda, jezuz”.

O cabelo passou a cair uns 60% menos, mas já sei que é só um preview da queda power que vem depois do parto. Assunto, aliás, no qual tenho evitado pensar – o parto. Minha ansiedade anda tão violenta que qualquer pensamento mais profundo que me atucane o coração acelera e o estômago começa a soltar ácidos loucamente. E eu me achava uma pessoa calma….

No meu caso, a gravidez tem sido uma experiência bem solitária. Minha mãe e minha sogra faleceram ano passado, minha vó está longe e convivo direto apenas com uma amiga no Rio de Janeiro (as outras estão longe ou nos vemos só de vez em quando). Alguns dias foram bem difíceis psicologicamente falando, porque gravidez pede presença, pede voz, pede colo, pede conselho, pede carinho. Talvez a gente imagine a gravidez como um momento mágico, nosso, em que seremos as pessoas mais especiais do planeta, poderemos fazer mil planos e ajeitar as coisas do nosso jeito. A minha realidade, infelizmente, não permite isso. E essa constatação às vezes abre uns buracos no peito que são bem doídos.

Por causa da idade, fiz aquele exame chamado NIPT (non invasive prenatal test). É um exame de sangue (caríssimo, na casa dos R$3.000) que detecta várias anomalias genéticas. O resultado demora a sair, e isso causa um stress adicional. A parte boa é que ele informa o sexo do bebê super cedo, e eu, que jurava que teria uma menina, descobri que vou ser mãe de um guri. Quando li o ‘sexo masculino’ fiquei tipo ‘comoassim‘. E aí entendi porque que toda vez que falava o nome Maia (que seria o nome da menina), me dava ânsia de vômito. Era o guri mandando a mensagem de que havia um macho lá dentro, hahaha.

Na ultra de 12 semanas é que me senti mãe pela primeira vez, ao ver aquele bichinho formado dentro de mim. Antes, era só um pontinho preto piscante, a emoção não era a mesma. Tenho notado um instinto mais protetor, que nunca tive, tanto comigo quanto com a ‘cria’. Acho que já mudei muito: a cabeça, os sentimentos e as prioridades já não são mais os de antes.

Não consigo deixar de sentir um respeito muito, muito profundo por tudo o que as mulheres da minha vida fizeram por mim. Tizi, Tereca, Thais, Ia e Anita me transformaram na pessoa que eu sou, me ensinando as coisas que sei. E quando penso na Tizi e na Anita, a cada dia que passa percebo que mesmo lá do outro lado elas seguem me ensinando, e muito. Impossível não pensar que eu precisava mesmo ser mãe de um guri, porque minha lacuna do lado masculino sempre foi brutal: sem avôs, sem pai, sem modelos. Acho que esse pitico vem pra me ensinar esse amor que não conheço: o amor sangue-do-meu-sangue de um homem. Cara, o universo sabe o que faz…

Sutiã tem sido um ponto complicado. Os meus foram todos pro saco. Comprei extensor, foi a mesma coisa que nada. Todos os que tenho, sem exceção, consigo usar por 5 minutos até que bate o desespero e abro, porque não respiro. O peito, que sempre foi 44, já deve estar saindo do 46. Agora dói bem pouco, mas no início parecia mesmo que iam pegar fogo e a dor era tanta que se eu me mexesse de noite, acordava.

Esses dias encontrei uma mãe sincerona que me disse: “Querida, prepara, porque o puerpério é a lama da vida da mulher”. Pensem numa grávida que está evitando pensar, sou eu.

Deixar de ser um casal para nos tornarmos finalmente uma família me parece que será uma aventura deliciosa, estressante e cansativa. Mas tô muito feliz e me sentindo super grata por ter esperado tanto tempo para ser mãe, e pelo pai que escolhi pro meu filho. Agora deixo de ser a madrasta sem filhos para me tornar mãe que também é madrasta. E vamos todos ter que nos readaptar e recriar nossos relacionamentos, mais uma vez.

Que mais? Vou reativar o Sweetest nessa nova fase porque preciso de dicas, muitas. Me ajudem, me guiem, me iluminem, por favor. Carrinho: qual? Roupinhas: quantas? Produtinhos: quais? Quartinho: qual o jeito certo? E dicas, dicas, dicas, todas, please. 🙂

166 amaram.

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25 Comentários

  • Responder Mel Salvi 15/11/2017 at 7:17 pm

    Fiquei muito emocionado com seu relato. Eu também planejei a gravidez aos 36 anos e foi na primeira tentativa. É um susto e tanto!

    Agora vc está chegando na melhor parte, na minha opinião. Nada fica 100%, mas são meses que dá pra aproveitar e planejar com calma o enxoval.

    Minha melhor dica é colar numa amiga experimente (pra minha sorte tive como companheira minha melhor amiga que estava grávida do 3º filho) e não cair nas armadilhas do exagero. Aquela que vai te avisar que o carrinho mais lindo não é pra sua realidade! Que não vai deixar vc comprar um termômetro de banho pq não vai usar.

    Bjs na barriga

  • Responder liane_b 15/11/2017 at 7:23 pm

    Parabéns, que ele venha com muita saúde e traga muitas alegrias para vocês!! 🙂
    E na minha segunda gravidez, eu também estava com 36 anos.

  • Responder Daniella Lisieux 15/11/2017 at 7:24 pm

    Dica super amiga: se já passou da 12a semana, aproveite muito sua gravidez! Curta a barriga, curta seu marido, viaje, tire muitas fotos e deixe as preocupações com quarto e etc para o 7o mês (28-30 semanas). Você mora em uma capital e será super fácil comprar tudo o que precisa. Ao contrário do que as lojas vão tentar te convencer, um bebê precisa de muito pouco! O mais importante você já tem, que é amor, peito, colo e paciência.
    Seja muito feliz e parabéns!

  • Responder Silvia Mara 15/11/2017 at 7:27 pm

    Paula, relato mais que emocionante. Fico feliz por você, a quem venho seguindo há um tempo. Eu me casei agora, aos 39, e penso tentar a gravidez no proximo ano, é exatamente como você – Se nao rolar num ano, talvez deixe pra la!!! Rsrs… Desejo de coraçao tudo de melhor a vc e ao bebê, e claro, à familia toda!!! Muita força muita fé!!!

  • Responder mirian 15/11/2017 at 7:40 pm

    Paulinha que alegria! Oque tenho a lhe dizer é que vais viver um dos momentos mais lindos da sua vida, no sentido do milagre da vida, de um acontecimento sem explicação . Os desconfortos e as paranóias serão compensadas pela presença divina desse serzinho que está vindo. UM BEIJO NO CORAÇÃO!

  • Responder Francélli 15/11/2017 at 7:58 pm

    Contrate uma doula. Ela vai poder te dar respostas pras tuas angústias, te dar carinho e acolhimento e ainda te orientar pro parto, te explicar como funciona (parte emocional mesmo, não médica). É o dinheiro mais bem investido nessa fase. Parabéns, que vc seja muito feliz.

  • Responder Paula Pimentel 15/11/2017 at 8:22 pm

    Dica Master que só aprendi no segundo filho: Leia, muito! Sobre o parto, sobre a amamentação e sobre puerpério em geral. A gente nunca está preparada para o que está por vir… De resto, tudo se ajeita. E tenta não perder não no enxoval. A gente sempre superestima as quantidades…rs

    Ahhh meu 1o é um menino. E posso dizer que AMEI ser mãe de menino. Agora tô aprendendo a ser mãe de menina há exatos 3 meses…

    Bjs!

  • Responder Aracele de Fatima Ferreira de Melo 15/11/2017 at 8:53 pm

    O fato de ser mãe de um menino você refletiu certinho. Minha linda, encontrará um monte de professoras, mas o instinto materno falará mais alto. Não tenhas medo. Você está muito bem assistida, inclusive espiritualmente. Como já te falei, um momento lindo será o parto. Peça a/o obstetra para usar o IC. Fiquei muito triste por não ouvir o choro dos meus filhos. Quanto ao enxoval não compre muitas roupas, perde num instante. Fraldas, tamanho p e m no começo…. Tenho certeza que vai tirar de letra. Que Deus muito e estou aqui, de longe torcendo, para que sua gestaçao seja bem tranquila. Um abraço enorme e bem apertado.

  • Responder Mariana Ribeiro 16/11/2017 at 4:43 am

    Oba!! Já vim ler! Fica tranquila tudo vai dar certo!! O importante é vc relaxar e curtir a gravidez pois dá saudades da barriga depois 😃
    Coisas que achei que não precisava comprar (e continuo achando) : poltrona de amamentação, porta fraldas de pano, termômetro de banheira, banheira com trocador (acho mais prática a sem trocador), muitas roupinhas tamanho RN.
    O que achei muito bom: baba eletrônica com câmera, chá de fraldas, pomada bepantol Baby, espelho p usar no carro p ver o bebê na cadeirinha, fazer um curso de gestante, aprender a pega correta da amamentação (evita rachaduras no seio)…..bom quando for lembrando mais te falo! Beijos e mentaliza que tudo ficará bem 👐💗

  • Responder Mariana Martins 16/11/2017 at 7:29 am

    Guria, eu tive o Felipe a 12 dias aos 36!! Também achei que seria mãe de guria, também tinha medo do parto e quer saber, tá sendo tudo incrível! Dá trabalho, é cansativo, mas tudo vale a pena! O baby blues vem junto ali nos primeiros dias, mas se a gente sabe que existe fica mais fácil lidar! E passa!!
    Parabéns pra vcs e que esse gurizinho venha cheio de saúde pra alegrar ainda mais a vida de vcs!
    ❤️

  • Responder Mariana Martins 16/11/2017 at 7:31 am

    Ahh muito creminho na barriga desde agora! Onde manteiga de cacau da Palmers é maravilhoso! 😘

  • Responder Talita Gouvea 16/11/2017 at 8:12 am

    Paula, parabéns!!!!
    Eu também, aos 38 estou grávida de 13 semanas!!!
    É toda uma sensação estranha mesmo….
    Meus sutiãs, aposentei e estou usando só tops, da loba, tem uns com uma sustentação incrível, e claro, não incomoda.
    Também estou vendo todas essas coisas…. e engraçado, outro dia vi um carrinho super legal, e por coincidência encontrei uma amiga que tinha, fui empurrar e era todo trambolho, já risquei da lista…. Quem é mãe, sempre comenta que compra o “melhor “, mas depois com o uso o que funciona mesmo são os tipo guarda chuva….
    Um abraço grande!!!!

  • Responder Ana 16/11/2017 at 8:44 am

    Paula estou super feliz por você! Ainda não sou mamãe mas em breve começo minhas tentativas. Você não está sozinha, tenho certeza que eu e muitos outras leitoras que torcem por você ficarão felizes em te acompanhar nessa jornada e ajudar no que for possível!
    Um grande beijo!

  • Responder Jackie 16/11/2017 at 2:17 pm

    Amo seus textos e quando vi o post no Facebook, pensei vou ler pq a Paula é sincerona… tenho 30 não tenho no momento namorado e nem planos pra filhos e um medooo de um dia chegar e eu falar “eita e agora o que faço!”
    Vou acompanhar a nova fase 👏🏾 Parabéns pelo gurizinho

  • Responder candida 16/11/2017 at 3:57 pm

    Estou feliz com pelo casal,amei a novidade …mamãe!!!!! Parabéns!!!!

  • Responder Viviam Santos 16/11/2017 at 4:32 pm

    Paula, eu já conhecia seu blog há alguns anos e voltei agora nesse texto lindo e carregado de sinceridade e sensibilidade. Obrigada por isso! Me identifiquei muito, pois tenho 31 anos, mas quero ter filhos lá pelos 35 ou 36… minha vida tem que se ajustar muito ainda até lá. Que você transborde saúde pro “guri” nascer saudável, e que traga alegrias infinitas a vocês.
    Beijos

  • Responder Claudia 16/11/2017 at 8:03 pm

    Paula querida,
    Parabens, relato emocionante.
    Felicidades para a familia.
    Um forte abraco.
    Claudia

    PS. teclado desconfigurado

  • Responder Lilian 17/11/2017 at 12:13 am

    Parabéns, Paula!!!! Fui mãe aos 37 anos e hoje tenho uma linda menina de cachimbos dourados que encanta o meu viver.
    Aqui em Copacabana tem um curso de gestante com uma francesa chamada Stephanie que é bem legal. Graças a ela o banho da minha guria foi de chuveiro e sempre com o papai, o que criou um vínculo bem lindo.
    Caso queira fazer eu indico todos os cursos deles (tem de parto, amamentação, primeiros socorros, cuidados básicos e até curso para os avós).
    Apesar de não
    Comentar muito por aqui, sempre acompanho vc. Que Deus abençoe vocês. Parsbéns.

  • Responder Patrícia 17/11/2017 at 12:05 pm

    Paula, parabéns! Ser mãe é muito bom. Se puder te dar dicas, já que sou mãe de uma linda menina de 3 meses, aproveite muito a gestação. É maravilhoso estar grávida e ser paparicada. Já o puerpério não é tão bom assim. Se precisar ou quiser, não tenha medo da cesarea. Passei por uma e estou firme e forte. Se tivesse 10 filhos não faria outra escolha. Tb sou mãe mais velha, ganhei minha menina aos 38 anos. Não te assusta que tudo corre bem. Se puder te dar uma dica, te diria para contratar uma enfermeira pra te ajudar no pós parto, pelo menos por um mês durante a noite. Não é fácil manter a rotina e incluir um bebe, e o sono que se dorme de dia nunca é igual ao da noite. Portanto, compensar uma noite mal dormida não é fácil. Mais uma vez parabéns. Vc está entrando em um mundo maravilhoso!

  • Responder Joissi Flores 18/11/2017 at 6:25 pm

    Paula querida….fiquei feliz com a novidade..imagino a alegria da minha amiga Tizzi…lá no céu…
    Felicidades p vcs…Deus te proteja sempre!mil beijos.

  • Responder Monica Campello 19/11/2017 at 7:28 am

    Querida, ontem mesmo estava falando com a Simone, mãe do Daniel, como havia conhecido você: por causa do Sweetest Person e só depois pelo Crônicas..Ameii saber que irá reativá-lo impulsionada por um motivo maravilhoso: little baby ! Owwwnnn como fiquei feliz ao saber !!!! Ahh e não se sinta sozinha. A vida é corrida, mas tô aqui do outro lado do túnel e se precisar o atravesso na maior alegria. Ahhh uma dica: procure evitar os comentários do lado B da maternidade nesse momento. Eles existem e quando passamos são mais amenos do que costumam ser pela ótica daqueles que nos contam Acredite ! É bem verdade que cada uma de nós os sente de maneiras diferentes, mas um exemplo disso foi que na hora do parto fui morrendo de medo da anestesia, por tudo o que havia ouvido sobre ela ( não sei pq as histórias que contam as grávidas são sempre aterrorizantes. Curuzes !!!! rsrsrsrs fuja delas, pois não revelam a verdade..te garanto) e me surpreendi, pois não foi NADA daquilo que me alertaram as “boas almas que vinham falar sobre” rsrsrsrs. O lado A da maternidade tem que ser saboreado, pois é maravilhoso…e se um desconforto (é natural que as vezes apareçam) acontecer, fique certa que é apenas uma forma diferente de te fazer lembrar que carrega dentro de você uma vida preciosa e que foi agraciada por essa dádiva que é a maternidade. Gratidão ao Pai e a Tizi que com certeza foi cúmplice Dele nesse plano Divino. Bem vinda, mamãe e vamos curtir muito esse momento lindo !!!! Beijinhos de carinho…

  • Responder janete toigo 20/11/2017 at 8:01 am

    Parabéns Paula!!!
    Você verá que não existe amor maior no mundo do que o amor por um filho!
    Aproveita essa gravidez e curte esse amor, o resto é tudo secundário!
    Abraços e tudo de bom para vocês!

  • Responder Thaís Nobre 22/11/2017 at 6:44 am

    Bio oil na barriga e seios sempre!! É poderoso.

  • Responder Elisa 28/11/2017 at 9:42 am

    Eu fiquei mega burra nas minhas duas gravidezes, nossa, me irritava comigo mesma. Unindo isso ao mal estar físico o resultado era um pensamento de “para que fui inventar isso, minha vida tava tao boa” que vinha obviamente com muita culpa.

    Mas, para contrabalancar meus partos foram maravilhosos. Como todo mundo fala de histórias ruins, gosto de contar minhas histórias boas. Meu primeiro parto foi super rápido e praticamente indolor. No segundo, mesmo tendo passado por inducao nao achei nem de longe “a pior dor do mundo” (tanto que nem pedi anestesia), respirava concentrada e focava o pensamento no bebê até a contracao passar. Me senti nos dois partos uma forca da natureza, uma heroína incrível, conectada como nunca com o meu corpo. Acho que nem um escalador que acabou de chegar num cume muito alto se sente tao pleno quanto eu me senti.

    Eu moro bem longe de sogra e mae. Minha gineco é ótima, mas a obstetriz/consultora de amamentacao que nos acompanhou nas duas gravidezes e pós-partos foi quem teve tempo para me cuidar, esclarecer todas as minhas/nossas dúvidas e me dar apoio emocional. Ela é mais velha e acho que isso foi bom para mim, me passou uma seguranca de mae.

    Saúde para vocês dois!

  • Responder roberta 28/11/2017 at 3:02 pm

    Olá Querida!!! Tenho certeza que vc vai tirar de letra! Encare cada fase aos poucos e tente não pensar mto lá na frente pois isso só vai te causar desconforto desnecessário! As melhores mães são sempre as mais felizes! Esteja sempre cercada de quem te ama e te dá carinho. Essas pessoas são as melhores conselheiras e ajudantes ahahhahaha Ahhhh e se é pra dar dica….eu que quero ser mãe tb ano que vem, acompanho, no instagram, uma médica de BH muito bacana que fala de cada detalhes em neuras e sem paranoia. Segue ela e fique forte ….dra quesia villamil….beijocas

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