Achei que amar fosse conhecer. Desvendar a alma, saber de todo o inconfessável, entender os escapismos. Achei que amar fosse buscar um sentido, desejar um porto seguro. Andar de mãos dadas nos dias frios. Relevar os incômodos, deixar pra lá as ofensas. Ansiar por reencontros. Achei que amar fosse um misto de redenção e angústia. Que as palavras não faltariam na hora de descrever por quem batia o meu coração. Achei que amar fosse conhecer cada cantinho e cada cheiro do corpo do outro. Sentir saudade de um pedaço de pele específico entre o umbigo e as costelas. Chorar baixinho lembrando da voz. Ou da sensação de ver a pessoa de longe. Achei que amar fosse ter coragem de ir fundo, embora às vezes a gente seja mais bonito na superfície. Achei que o amor era límpido e nítido. Imediatamente reconhecível. Fácil. Nobre. Manso. Ah, baby, acho que não te amei. Mas sinto que te conheço de outras vidas. E isso basta. Por ora.













que lindddooo paula!!
sempre guardo os teus textos!
queria um blog so deles!
beijo
Amar é isso aí, além de achar que conhecemos de muitas outras vidas.
Mas se não foi dessa vez, é porque não valeria a pena!
E o AMOR vale MUITO a pena! Sempre!
Tá perdendo dinheiro heinn!
hehehehe
beijaoo
Como assim myself??? Eu ia justamente perguntar que autor/a escreveu isso!
Tu não podes sequer pensar em tornar isso em livro, tu tens que partir para a acção já.
Amei, adorei! O meu dia hoje não estava a ser dos melhores, até que abri o google reader e deparei-me com esse texto. Se tu soubesses como me confortou a alma.
Vai em frente, porque o mundo não pode perder gente com um talento desses.
Bj
livroo, livrooo!
Paula, Eu sou diagramadora/designer da Revista Continente (www.revistacontiente.com.br) e trabalho em uma editora. Se quiser alguma ajuda com o livro, tamos aí. Muito bom o seu trabalho. Leio o blog sempre, porém quase nunca comento.
Beijo.
Caramba Paulinha amei, amei… como sempre seus textos me transportam! Faço coro com todas as meninas aqui que pedem que você escreva um livro, demoro! rs
bjão
coisa mais linda Paula!!!!
beijos
Mandei o texto para minha irmã que tem se sentido assim…
Poético!!!
Beijos.
Como já comentei em outros escritos seus, ADOREI!
Já até usei um outro seu (com os devidos créditos é lógico) para “aquele” alguém, que serviu como “um tapa com luvas de pelica”.
Faço coro com tds q pedem um livro, ou pelo menos um link no seu blog com o título q vc sempre coloca… Pequenos Escritos…
Grande beijo.
Adoreiiiiiiiiiii….e me identifiquei demais….
Bj
Ka
Eu nunca comento né, mas já que vc me respondeu no twitter eu fiquei feliz! uhsauhsahusauhsauha
Guardo uma pastinha no pc de casa com as sequências de “Pequenos Escritos”… acho tão bonitos…
E “Pequena Falta” também é lindo!
Me identifico, sinto nos textos a tradução de muitas coisas que sinto…
Bom, to esperando o livro! (;
Adoro o blog! parabéns!
;*
Paula, que texto lindo, reproducao do que sentimos e muitas vezes nao conseguimos expressar! beijo
Ameiiiii seu texto!! É muito bacana ver as coisas que vc escreve, pq vc realmente escreve bem…parabéns. Ainda mais quando se trata de amor, acho que não tem coisa melhor para se ler sobre. Beijão
Cara, que texto LINDO… quase choreeei!
“Achei que amar fosse conhecer cada cantinho e cada cheiro do corpo do outro. Sentir saudade de um pedaço de pele específico entre o umbigo e as costelas. Chorar baixinho lembrando da voz. Ou da sensação de ver a pessoa de longe. Achei que amar fosse ter coragem de ir fundo, embora às vezes a gente seja mais bonito na superfície.”
Lindo.
Vou salvar aqui no PC pra ler mais vezes quando eu me sentir vazia =)