
As paixões são fodidas. E você sabe que chegou ao final da história - with no happy end - quando fala com uma naturalidade que antes era nervosismo. “Tudo bem, quanto tempo“. Bancando a absoluta, ardida por dentro. A taquicardia se transforma numa sobrancelha levantada com desdém. “Ah, tá”. Blasè total, e as paixões se importam, frenéticas. Tentei, tentamos, e a grande merda da vida é ter que lidar com aquilo que não rolou de acordo com o nosso script fantasioso. Na minha cabeça você era uma espécie de redenção. Todos os atributos, todas as qualidades. But, faltava algo. Faltavam mil coisas, detalhes mínimos, palavras certas. Eu te inventei, criação minha, meio delírio. Happy end é brabo: as pessoas crescem para os lados, se afastam, rotina, costume, tédio. Novos desejos, vontades, idéias. No fim, é bom poder sentar num banco e rir, tirar um sarro de tudo que deu errado, fazer o quê? Mas, cá entre nós, é muito triste rir de algo que podia ter sido. Podia ter sido. E não foi.












Você tem um “quê” de escritora que eu adoro =)
Paula,
Você é sem noção!! Parece que advinha o que estou sentindo!!
Tô sem palavras para comentar…
qdo eu parar de chorar direi que é fabuloso!
Você tem um “quê” de escritora que eu adoro =) [2]
aguardando por um livro teu hein!!!
Amei!!!
bjoks
Amo tudo que você escreve!
=D
Ameeei! Investe na carreira, dona Paula, investe!
Lindo texto!! como sempre… realmente é estranho um sentimento que antes mexia com cada centimentro do teu corpo, com o passar do tempo simplesmente desaparecer, tal como uma febre que vem queimando e depois acaba.
bjo
Meu coração andava fechado, não queria me apaixonar, mas a gente não espera, acontece, agora é esperar as cenas dos próximos capítulos, paixão é assim, espero que passe, mas que a novela tenha final feliz…bjs
Oi Paula!
E fica a pergunta: que graça teria se tudo saísse conforme planejamos?
Não teríamos experiências, às vezes, surreais pra contar, talvez não tívessemos tantos amigos, talvez não tivéssemos conhecido alguns lugares e por aí vai.
A graça é por tentar, errar e começar tudo de novo!
Um beijo.
Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.
Pablo Neruda
beijos Paulaaa
Guria!!! Tu tem que reunir estes teus lindos alfarrabos em livro!! Vai dar o que falar… lindoooo, magnífico
Bjoo
esse mr Big fazendo história… e dando post! e a vogue, já leu? bisous.
adorei o texto *-*
Paula,
Eh seu esse texto?
Nossa.. Muito bom!
Engracado como voce so escreve/posta textos que tem a ver comigo e principalmente com meu momento atual.
Impressionante!
Bjos pra vc!
A d o r o esses seus escritos, são ótimos!
beijão :*
Compositor de destinos
Tambor de todos os rítmos
Tempo tempo tempo tempo
Entro num acordo contigo
Tempo tempo tempo tempo…
Caetano – Oração ao tempo
___
Adooooro, Paula…
Muitos beijos!
é … esperamos demais do outro … das situações…. fantasiamos demais….
o bom é deixar rolar ….
bjos*amei o texto
Você tem um “quê” de escritora que eu adoro =) [3]
Super me identifiquei com esse teu texto: ‘ quando fala com uma naturalidade que antes era nervosismo. “Tudo bem, quanto tempo“ ‘
Parabéns Paula!
Beijos!
=)
Gabi
Essa última frase é a melhor, pq toda vez q vejo algo lega q se desfez eu penso assim: “Podia ter sido. E não foi.”…. e isso é tão frustrante!!!
Vejo um futuro próximo, chorei. Lindo, beijos.
Lágrimas vindas dos olhos e da alma…..
Você é uma delicadeza…não deveria escrever com palavrões…
“Tentei, tentamos, e a grande merda da vida é ter que lidar com aquilo que não rolou de acordo com o nosso script fantasioso”