Martha Medeiros, na ZH de domingo

“Os amores não têm sido eternos nem infinitos enquanto duram, até porque não duram. São rápidos flashes de entusiasmo,são apostas, são ensaios, são tentativas,são experiências para constar do currículo pessoal de cada um.Parecem mais fugas do que encontros.Amores quase perversos em sua instantaneidade, em sua fragilidade, em seu medo. Medo de quê? Sei lá, de vingarem: vá que dê certo. Melhor fazer a fila andar, já que não é fácil administrar um amor. Porém, mais difícil ainda é viver sem ele,e lá se vão todos em busca de beijos a granel e realizações automáticas de desejos, tudo muito aflito, sem norte, sem calma. Onde estão as grandes e verdadeiras paixões?”

Martha Medeiros

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No responses to “Martha Medeiros, na ZH de domingo”

  1. 1alda

    Diante desse texto fiquei pensando cá com meus botões!!??
    Porque tá tão complicado?? medo, expectativa demais ou de menos? exigência de mais ou de menos? oferta de mais ou de menos? difícil entender porque as pessoas optaram ou (não) por quantidade e não por qualidade! acho que nesse momento nem Freud me explicaria…
    bjão

  2. 2daniarrais

    é bem isso, né? =)

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