Momento cinéfila. Paris, Je T’aime. Finalmente consegui locar.
E falando em amor, tem dor de amor que não passa. Não importa quanto tempo passou, é só olhar pra pessoa que o coração começa a latejar. Dói. É tão horrível olhar pra alguém pensando que podia ter dado certo, mas não deu. Que aquela podia ter sido a pessoa da tua vida, mas não foi. Que aquela podia ter sido a tua companhia na velhice, mas não vai ser. Haja coração.













É vero…há tanta coisas que poderiam ser, mas não foram. Talvez por um capricho do destino, talvez pq ficamos de braços cruzados vendo a banda passar. Aprendi com o tempo, a me agarrar com todas as forças nas oportunidades que surgem, o problema é que muitas vezes são oportunidades vagas, tênues e difíceis de serem detectadas.
Nossa quanta coisa poderia ter sido, quanto mais eu poderia ter vivido, mas não o fiz. Não me arrependo, afinal minha vida não se acabou e tenho algum tempo, nem que seja o restante do dia para correr sempre atrás de mais.
Quanto ao filme…está anotado, vou assisti-lo assim que o tempo deixar. Mas por incrível q possa parecer…o filme que marcou minha vida mal consigo lembrar seu nome, eu tinha uns 14 anos, um filme fantástico, não lembro se é francês ou italiano, tenho uma leve sensação de que o nome do filme é “Jorge”….é tipo “Rain Man” com Dustin Hoffman e Ton Cruise só que em uma versão mais poética. O coadjuvante do filme tem dawn…muito bom, vale a pena ver!
Ai. Tão profundo que doeu aqui.
BT.
Mas é assim mesmo, né…
Depois de um tempo, nem é mais dor, vira só um incomodo crônico… Some com o primeiro lexotan do dia.
oi paula, blz? ai quase chorei com esse post. really.
tô dizendo, as vezes parece que tudo que vc escreve bate com os meus pensamentos, e pior quando isso tudo acontece por uma bobagem ou simplesmente por orgulho de uma das partes ( ou de ambos) …
vc tem msn? se tiver me add: noronhamarina@hotmail.com
beijoss