“O que há de mais encantador em alguém é sua própria humanidade admitida e compartilhada, sem receio de que o outro faça disso uma arma mortal, mas ao contrário, com o desejo quase descrente de encontrar o eco de um mesmo grito, a sede de uma outra sede igual, o reflexo familiar do outro lado do espelho.” (http://ticcia.com)
No úlimo post escrevi que sentia que o universo me mandava mensagens o tempo todo, mas que só entendia os significados muito tempo depois. Taí, mais uma*!
