Buenos Guias: Buenos Aires para todos os estilos e bolsos

Meses atrás tomei um café da manhã ryco com a Amanda Mormito (aka aquela delicinha chamada Buenos Aires para Chicas) no Copacabana Palace. A gente sempre se deu bem online, eu era fã da pessoa e ao vivo tive o prazer de bater um papo naquele estilo que parece que você tá conversando com uma amiga de longos anos. Ontem recebi um email dela contando sobre o seu novo projeto, que obviamente adorei e não poderia deixar de mostrar aqui. Acho um porre ter que ficar pulando de site em site atrás de dicas de viagens quando temos uma marcada e não há esperteza maior do que conseguir essas dicas com quem entende MESMO do assunto. E de BA’s, dona Amanda entende como ninguém. Entonces, sucesso garantido!

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‘A idéia surgiu lá em 2012, quando pela primeira vez nós duas, blogueiras brasileiras radicadas em Buenos Aires — Mariana Pereira, dona do Hotel Querido, e Amanda Mormito, do Buenos Aires para Chicas — nos juntamos para produzir um guiazinho virtual com dicas específicas para quem vinha do Brasil curtir o final de ano em Buenos Aires. Aquele primeiro guia foi um sucesso, chegando a 215 envios em apenas uma semana. Em 2013, nos empolgamos e, como se diz por aqui, fomos por más! Durante o ano lançamos mais cinco guias, com um formatinho bem customizado, cada um com uma temática diferente, para quem busca informações precisas, atualizadas e com a cara da viagem que pretende fazer: seja ela romântica, bem cultural, ou com um orçamento bem limitado, e por aí vai. Até então, os guias eram vendidos através dos nossos blogs.

Agora em 2014, nos concentramos em profissionalizar a idéia, e nasceu o Buenos Guias, um site-loja de vendas dos nossos guias feitos com carinho a quatro mãos. Todos nossos guias preexistentes foram atualizados, reeditados e estão de cara nova (design lindo feito pela Amanda, que também idealizou e montou o site todo), com um layout mais user friendly e mais adaptado para celular e tablets. Por enquanto, os guias disponíveis para venda no site são cinco. Neste e-mail, estamos enviando os que mais gostamos: Econômico (dicas de programas e lugares bacanas e econômicos com excelente custo-benefício, para aproveitar a cidade ao máximo ainda que o orçamento seja apertado), Para Solteiras (bares, baladas e dicas para se divertir muito na capital portenha) e Romântica (os lugares mais lindos para passear na cidade, os restaurantes e cafés mais charmosos para curtir a dois e dicas imperdíveis para passar dias de puro romance em Buenos Aires). Em breve, estarão disponíveis no site vários outros guias de Buenos Aires. Nosso próximo passo é começar a oferecer também guias para outros destinos na Argentina, além de outras capitais da América do Sul e da Europa.’

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www.buenosguias.com

www.facebook.com/buenosguias

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Dicas de filmes

Há muito tempo que não entrava numa fase filmes. Perdi as contas de quantos aluguei nas últimas semanas pra assistir no iPad – a maioria, belas bolas fora. Sou assumidamente chata e é difícil um filme me prender do início ao fim. Porém, alguns conseguiram, então achei bacana dividir com vocês.

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The Great Beauty

Filme que mostra bem a decadência do high italiano. Jep Gambardella é um jornalista que decide viver a vidaloka (ou dolce vita, como preferirem) até enjoar de tanto hedonismo. Tem um ritmo um pouco frenético, com paradas melancólicas e passagens interessantes sobre a vida e as pessoas. Adorei um trecho em que uma socialite faz todo um discurso sobre como sacrifica sua vida sendo esposa e mãe e ele mete o pau dizendo que o marido dela é gay, são três babás, motorista, cozinheira e mordomo, ou seja… Quase no fim, rola uma conversa entre Jep e uma escritora anã que diz a ele: “As pessoas não servem para nada. Palavra da rainha dos deslocados!”

 

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Frida

Ah, Friducha. Bacaníssimo assistir o filme após ter lido a biografia e todos os livros possíveis sobre ela, inclusive o diário. Acho que o filme mostrou Frida Kahlo menos frágil do que os livros mostram, fiquei com essa impressão. Esperava ver fragilidade mas foi só força.

 

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Sideways

Assistir Sideways de novo depois de dez anos foi engraçado. Esse não é novidade pra ninguém, lógico, mas é daqueles filmes que a gente passa uma década sem ver e ele continua novo, divertido e atual. Os ataques do Paul Giamatti se recusando a beber Merlot são impagáveis – li por aí que isso nem faz muito sentido, pois ele passa o filme inteiro falando do Cheval Blanc 1961 e esse vinho tem merlot na composição!

 

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Medianeras

Esse filme é tipo uma porrada na cara. Foi o primeiro que assisti em espanhol após o IC com cabo de áudio, só por isso já valeria. Dois solitários desiludidos com a vida numa cidade moderna. Dá até uma certa angústia assistir, e eu sempre tive curiosidade de saber o que significava Medianeras. Até que descobri que são aquelas partes dos prédios que não têm serventia alguma, sem janelas nem nada.

 

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Por el camino

O argentino Santiago (Esteban Feune de Colombi) e da belga Juliette (Jill Mulleady) são os protagonistas desse road movie que se passa no Uruguai. Os dois se conhecem por acaso quando ele oferece uma carona a ela, que ia até Rocha tentar encontrar um ex namorado. Os dois acabam se apaixonando no meio do caminho. Paisagens belíssimas e pegada super intimista. Dá vontade de assistir umas dez vezes!

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Amor no cabide em Santa Maria

O Amor no Cabide surgiu em Porto Alegre, pela iniciativa de três jovens amigas. A campanha consiste em espalhar cabides com doações de agasalhos pela cidade. Conta com bom senso de todos para que apenas quem precise se aproprie das roupas penduradas. A campanha rapidamente se espalhou por várias cidades brasileiras. Em Santa Maria, são várias pessoas e entidades trabalhando para espalhar a ideia.

 

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O Movimento do Luto à Luta, com seus apoiadores, tornou-se parte essencial da campanha Amor no Cabide em Santa Maria. No próximo domingo, 27 de julho, durante as atividades realizadas mensalmente pelos integrantes do Movimento, será realizada na Praça Saldanha Marinho uma mateada, com plantio de flores, e recebimento de doações para o Amor no Cabide. As doações poderão ser deixadas junto à tenda de vigília dos familiares de vítimas e sobreviventes da tragédia da boate Kiss. Voluntários ajudarão a distribuir o que for doado, abastecendo os pontos já existentes e criando outros. Qualquer pessoa pode colaborar doando roupas, cobertores, calçados, meias, luvas, mantas ou toucas. Lojas da cidade doaram cabides para a campanha e agências de publicidade colaboram na confecção de material gráfico.

  • O quê: Ação do Amor no Cabide
  • Quando: dia 27/07, das 10h às 18h
  • Onde: Tenda da vigília, em frente ao Banrisul, na Praça Saldanha Marinho.
  • Iniciativa: Movimento do Luto à Luta
  • Apoiadores: Ong Para sempre cinderelas, AVTSM (Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria), GT Ações por Santa Maria, Condor Instituto de Psicologia e Pesquisa, Sedufsm

Para saber mais sobre o Amor no Cabide:

www.facebook.com/amornocabidesm

www.amornocabide.com.br

https://www.facebook.com/amornocabidepoa

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Dica de app fashion: ASAP54

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O app ASAP54 foi criado pela empreendedora Daniela Cecilio – que comandou o lançamento do e-commerce Farfetch no Brasil – para que as apaixonadas por moda ganhassem uma ferramenta revolucionária para comprar online, descobrir novidades e tendências fashion.  A tecnologia de algoritmos do aplicativo faz com que uma fotografia de uma peça de roupa ou uma referência de estampa de qualquer objeto gere diversas opções de itens fashion que podem ser adquiridos com um clique. O consumidor decide o que deseja visualizar (blusas, saias, vestidos, casacos, etc.) e o sistema busca a própria peça ou peças similares em e-commerces parceiros.

Os resultados podem ser filtrados por marcas, lojas, faixas de preço e cores. Se ainda assim o usuário não encontrar o que deseja, pode entrar em contato com a equipe do ASAP54, que conta com stylists de moda que em no máximo 48 horas enviarão indicações de compra personalizadas. O app também funciona como uma rede social, já que os usuários podem visualizar as referências e peças que seus amigos estão buscando, além de criar uma wishlist com seus itens de desejo preferidos.

O ASAP54 está disponível na Apple Store.

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Orixás Art Hotel: paraíso em Flecheiras, CE

O que seria da vida sem as viagens? Nunca tinha pisado no Ceará, terra da minha bisavó Raymundinha e do meu avô Francisco das Chagas (eles eram de Camocim) e a primeira vez a gente nunca esquece. A idéia de ir para Flecheiras não foi minha, mas sim do Lu, que descobriu navegando o incrível Orixás Art Hotel e fez a reserva, meses atrás. Tinha visto as fotos, mas apenas quando chegamos a ficha caiu. Pensem num lugar exótico, encantador, relaxante e lindíssimo. Adicionem uma praia praticamente deserta, atendimento de primeira, suítes enormes e ótima gastronomia. Legítimo paraíso, o Orixás é o local mais do que perfeito para casais em lua-de-mel ou que querem apenas relaxar e fugir do mundo. Chegando em Fortaleza, o transfer custa R$290 e demora umas 2:30 para chegar até Flecheiras, na Barra do Trairi.


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Antes de irmos, mandei uma mensagem pelo Facebook para o Erich Steffen, uruguaio que comanda o Orixás, pedindo uma ajuda para escolher a nossa suíte – aliás, cada suíte recebe o nome de um orixá! São cinco categorias: luxo, luxo superior, executiva, master e master plus. São tantas opções e fotos que ficamos meio tontos. Trocamos algumas mensagens (na época eu estava escrevendo um post com dicas sobre o Uruguai) e um belo dia o Erich me disse que ganharíamos um upgrade. Quando chegamos, fomos parar na suíte Guaracy, uma das duas suítes master do hotel. Se pudesse explicar como ela era eu diria supertopmegamasterpowerturboplus. Ficamos, literalmente, de queixo caído. E olha que chegamos à noite e ainda não tínhamos muita noção da vista espetacular que nos esperava pela manhã.

 

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A piscina acima ficava no nosso quarto, de frente para o mar.  O hotel é praticamente uma galeria de arte a céu aberto, com exposição constante de obras de artistas pertencentes ao Atelier Orixás em Embu -SP-, no Brasil e em Sintra, Portugal. O nosso dia era duríssimo: acordar (impossível resistir de acordar para ver o nascer do sol), tomar café à beira-mar, voltar para o quarto, curtir piscina privativa, área enorme privativa com vista para o mar e a praia, rede, cama king size, a piscina gigante e convidativa do hotel… É bem comum que os hóspedes digam, em vez de ‘bom dia’, um ‘vida dura, hein’ como cumprimento.

Uma dica boa é trazer vinhos e uísque (compramos em Fortaleza), que podem ser consumidos apenas no quarto. Cidadezinhas muito pequenas não costumam ter opções interessantes nesse sentido, ou, quando têm, são muito caros. Inventamos um drink ótimo: Johnnie Walker Black, gelo e água de coco. Ô, delícia!!! O hotel cobra R$10 pelo baldinho de gelo.

 

 

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O restaurante Orixás fica na beira da praia, e nele é servido o café da manhã. Fica aberto o dia inteiro e a cozinha fecha as 22:00. Almoçamos e jantamos por lá várias vezes, e comemos de lagosta a carne de sol, de massas a salada de camarão. O prato mais caro custa R$120 e serve duas pessoas (e ainda sobra comida). O Orixás tem um spa muito bonito, com vários serviços disponíveis. O Lu lamentou muito o fato de a sauna não estar funcionando durante nossa estadia.

 

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Além de descansar e namorar muito, o que tem para fazer em Flecheiras? Nós alugamos quadriciclo dois dias e fomos de uma ponta até a outra da praia. Não avançamos pois em cada ponta há um rio, que deve ser atravessado de balsa. Fomos até o topo da duna mais alta, paramos no meio do nada para admirar o céu e os milhares de coqueiros, encontramos um restaurantezinho super rústico num local deserto onde comemos um peixe delicioso (a cerveja era Skol, rá). Nunca vou esquecer o papo que tivemos com o dono daquele restaurante. Ele disse que nasceu e viveu ali e que amava a vida simples, amava não precisar se preocupar com bobagem, que quando levamos uma vida complicada demais precisamos estar atentos a tudo o tempo todo e isso desgasta demais. Voltei desejando ter uma casinha lá e viver do mesmo jeito.

 

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Flecheiras é conhecida pelas belíssimas piscinas naturais que se formam na maré baixa – indo para lá não deixe de baixar um app que informe sobre as marés para programar os seus passeios. O mar recua tanto que você jura que está naquele filme, A Lagoa Azul. Os locais ficam pescando e procurando polvos para mostrar para as crianças. É tão divertido!!! Eu sou medrosa e não consigo me atirar e aproveitar, porque fico imaginando caranguejos gigantes na minha direção. Mas os corajosos vão amar, com certeza. Outras atividades legais: passeios de buggy, passeio de Catamarã sobre o rio Mundaú, ida à praia da Lagoinha, aulas de kite surf e aluguel de quadriciclo (R$70 por hora).

 

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Pedimos comida no quarto várias vezes, pois queríamos apreciar a nossa vista maravilhosa. Não choveu – apenas em um dos cinco dias tivemos umas rajadas de chuva. O vento é forte mas muito mais agradável que o vento das praias gaúchas. A água do mar é morninha e a temperatura, muito agradável. Me senti num paraíso particular, queria me amarrar num coqueiro e dizer “não volto, daqui ninguém me tira!!”. Dá uma dor no coração quando chega a hora de fazer as malas e voltar para casa. Queríamos agradecer em especial à funcionária da recepção Maria (nunca vimos um sorriso tão constante e verdadeiro), ao Erich pelo upgrade inesquecível e ao gaúcho (esqueci o nome) que também nos atendeu todos os dias divinamente.

A única dica é: não vá sozinho. O lugar remete, de todas as maneiras possíveis, a romance. Ir sozinho pode causar uma depressão danada…

Orixás Art Hotel

Praia de Flecheiras – Trairi
Fortaleza – Ceara
(55 85) 3351 3104
reservas@orixashotel.com.br

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