O famoso e temido feedback

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Recebi esse release, adorei, e vou reproduzir na íntegra pois achei super pertinente e tem tudo a ver com o nosso planejamento do ano novo. Ninguém curte ouvir críticas na cara dura, não é mesmo? Muitas de vocês são donas do próprio negócio, têm funcionários, passam por isso, ou então estão do outro lado e precisarão ouvir o feedback do chefe. Críticas construtivas só ajudam aqueles que estão abertos a elas, e a verdade é que é bem difícil para qualquer pessoa ouvir que o seu trabalho tem pontos fracos ou que deve melhorar mais – mas qualquer profissional que se preze precisa ter maturidade suficiente para ouvir, captar e transformar o feedback em mudança de atitude. Aliás, sempre quis conversar com um coach sobre minha vida profissional e ainda não tive oportunidade. Alguma de vocês já fez isso? O que acharam?

‘O dia do famoso “feedback” chegou. João chega a seu trabalho ansioso, nervoso, e muito tenso. Sabe que aquele é o dia de conversar com o líder imediato e receber o famoso “feedback”. Todos da equipe passam por isso e se sentem mal e desconfortáveis. Mário, o líder, chama João até a sala e começa: Bom dia João, tudo certo? Então vamos lá, você sabe que tenho orgulho de tê-lo em meu time, você é atencioso, prestativo e criativo, mas… E por aí desenrola a conversa.

Esse ”mas” é o que dá o calafrio e deixa o feedback desmotivador e pesado. A Coach Cibele Nardi enfatiza que o feedback surgiu para orientar, sinalizar, estimular e motivar a pessoa para que continue no caminho certo atingindo seus objetivos e metas. “Existem dois tipos de feedbacks: o positivo e o negativo. O líder precisa ter muito cuidado, pois o negativo pode traumatizar e ferir a autoestima da pessoa”, afirma. Outro ponto importante é sobre o ouvinte, este que recebe o retorno deve saber ouvir, analisar e refletir a opinião do outro. “Não se pode levar nenhum feedback para o lado pessoal e sim profissional. O melhor que a pessoa tem a fazer é ouvir e se autodesafiar para ver se aquilo é verdade ou não”, complementa. O líder deve pensar em motivar o outro e nunca culpá-lo e julgá-lo por algo errado que possa ter feito. Cibele reforça que o grande erro é colocar o funcionário à prova de fogo. Tudo deve ser falado não para expor e atingir o outro e sim buscar soluções juntos.

A coach ressalta que o feedback positivo irá sempre motivar a equipe para continuar seguindo em frente, já o negativo acaba com a autoestima e a equipe vai se sentir desvalorizada e desmotivada. “A crítica deve existir, porém é importante que a conversa comece com pontos positivos passe para os negativos e finalize com os positivos e projetos futuros”, revela. Pessoas felizes e realizadas com o que fazem conseguirão melhores resultados sempre, tanto para a empresa como para si mesmas.’

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Pré Reveillon Avène em Ipanema

Esse Rio de Janeiro é um fervo!! Ontem no fim do dia fui até Ipanema para o Pré-Reveillon da Avène no rooftop do hotel Praia Ipanema, cuja vista é de tirar o fôlego. Todas as convidadas vestiam rosa ou branco e fomos recebidas pela equipe de marketing com um coquetel, muito espumante Chandon Rose e uma super palestra da dermatologista Dra. Paula Raso. O lançamento da vez é o Cleanance Solar, um protetor que além de anti-oxidante também é anti-acne! A água termal, carro-chefe da Avène, estava disponível em todos os tamanhos, com direito a champanheira de água termal com gelo – aliás, isso dá uma ótima dica pro verão, guardar a embalagem num saquinho com gelo para dar uma borrifada geladíssima no rosto depois do sol! Enfim, sou recém chegada em terras cariocas e fiquei feliz com a recepção calorosa, além de ter podido matar a saudade da minha grande amiga Ana Farias que eu adoro tanto (a bicha tá magra e liiinda). Obrigada Avène e MktMix pelo convite!

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Beach Waves: lançamento da L’Oreal Professionnel

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 Aê, verão. Quem nunca desejou aquele visual ‘levantei linda assim, fui pra praia tomar sol e voltei com esse cabelo maravilhoso‘ num dia quente daqueles em que a dignidade capilar é impossível? Pensando nisso a L’Oreal Professionnel lançou o Beach Waves, que é um finalizador que cria um ondulado natural e descontraído, como se os cabelos estivessem recém saídos do mar. Vou apostar minhas fichas nele porque o meu cabelo e o Rio de Janeiro definitivamente não são amigos e não estão nem perto de ensaiar uma amizade. Enquanto isso, fiquem com um passo-a-passo promissor que veio junto com o produtxinho.

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Passo 1: penteie com um pente de dentes largos enquanto os cabelos estiverem bem úmidos

Passo 2: retire boa parte da umidade dos fios com um secador

Passo 3: aplique Beach Waves no comprimento e pontas e amasse os cabelos para texturizar e garantir um efeito ‘salgado’ aos fios

Passo 4: divida os fios em 4 ou 5 mechas grossas e enrole-as até formar pequenos coques. Prenda com um elástico.

Passo 5: seque os cabelos com um secador. Use uma rede para penteados para garantir que os fiozinhos avulsos não escapem

Passo 6: desfaça os coques e desembarace os fios com os dedos, aplique mais Beach Waves para fixar ainda mais o penteado

Passo 7: e aí está o BEACH WAVES, o penteado da estação!

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Dica de hotel no Rio de Janeiro: Miramar by Windsor

Hotel no Rio de Janeiro não é lá tarefa muito fácil, hein! Semana passada fui conhecer o Miramar by Windsor, 5 estrelas que acaba de reabrir na Avenida Atlântica cheio de serviços personalizados – dá até pra trazer o cachorro junto, gente! Um gruo de bloggers foi maravilhosamente bem recebido pelo William Rodrigues, gerente geral do hotel, que acabou dando uma aula de história: Tom Jobim escreveu a música ‘Fotografia’ lá no terraço, e antigamente cada andar possuía uma cozinha para atender os hóspedes estrelados.

 

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Ícone de uma Copacabana cheia de glamour, o hotel Miramar passou por um retrofit radical. Ganhou novas cores e itens de decoração, com projeto de Paola Ribeiro. Sob a bandeira da rede Windsor, o hotel agora segue novo conceito de hospedagem, com serviços exclusivos e personalizados. São 200 apartamentos e suítes equipados com cafeteiras Nespresso, dock station para iPod, enxoval Trussardi e amenities L’Occitane. Camas enormes e uma vista pro mar de deixar qualquer um tonto. Os banheiros são todos com mármores exóticos e todos os andares contam com serviço exclusivo de mordomo.

Fiz muitas perguntas sobre acessibilidade para o William e posso garantir que, pelas respostas, eles estão bem preparados para atender aos hóspedes com necessidades especiais. Infelizmente, os hóspedes que não escutam ou não escutam bem ainda ficam de fora, pois o hotel não conta com despertador vibratório, campainha luminosa e nem chat direto com a recepção para quem não consegue ouvir ao telefone. Aliás, fica a dica para os hotéis, que cada vez mais irão receber hóspedes com mais idade, pessoas que escutam mal, usuários de aparelhos auditivos e implantes cocleares. Acessibilidade para quem não ouve ou ouve mal é primordial num hotel, até mesmo por questões de segurança.

Outro ponto alto do Miramar é a gastronomia! O restaurante , que fica no térreo, leva a assinatura do chef Paulo Goés, que já passou pelo Mugaritz, DOM e Olympe. Foi servido um jantar muito gostoso para o nosso grupo. Para começar, queijos com presunto pata negra e geléia de damasco. De entrada, uma trilogia de frutos do mar: cavaquinha com vinagrete de tangerina e palmito, polvo e ceviche de vieiras. De prato principal, namorado com purê de baroa, espinafre e vinagrete de azeitonas pretas. A sobremesa foi um tiramisu de tangerina. O restaurante tem um astral bacana, vista para a Avenida Atlântica e a praia de Copacabana e o cardápio é simples e sem frescura. Gostei muito!!!

 

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Meu muito obrigada à equipe do hotel e à Julia Morales pelo convite. Foi uma tarde/noite deliciosa, com vista deslumbrante e a oportunidade de aprender muito sobre o ramo hoteleiro. Adorei!!! :)

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Blusa: Rabusch

Sapato: Cristófoli

Pulseiras: Cris Bastos

Brincos: La Peregrina

Saia: Zara

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Até logo, Santa Maria

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Hoje de manhã levantei pensando que foi a última vez que me levantei para vir trabalhar onde trabalho há quase 13 anos. Que sensação esquisita!! Lembro dos colegas que há anos me diziam “tu vai acabar indo embora daqui“, “SM é pequena pra ti“, “certo que logo tu pica a mula” e eu olhava pra eles pensando ‘mas que bando de doidos!’. Vim dirigindo e lembrando daquela música do Gonzaguinha: ‘Eu fico com a pureza das respostas das crianças/ É a vida! É bonita e é bonita!/ Viver e não ter a vergonha de ser feliz/ Cantar/ A beleza de ser um eterno aprendiz/ Eu sei/ Que a vida devia ser bem melhor e será/ Mas isso não impede que eu repita/ É bonita, é bonita e é bonita!’

Todo esse tempo aprendi inúmeras coisas importantes sobre mim, sobre as pessoas e sobre o quanto os relacionamentos humanos são delicados. Entrei aqui praticamente uma criança – aos 20 anos sem saber nada da vida – e saio uma adulta com uma vontade enorme de correr atrás dos próprios sonhos e da própria felicidade. Não terei mais por perto minha melhor amiga (Ju, nem fui ainda e já tô morrendo de saudade), minha mãe emprestada Zulmira e nem meu chimarrão solitário matinal. Engraçado imaginar como serão minhas manhãs daqui para a frente. Mas, ao mesmo tempo, gostoso. O serviço público nos dá muitas coisas boas: estabilidade, salário garantido, férias, licenças, décimo terceiro, tranquilidade e bons amigos. Mas também nos anula de outras formas: passar os dias numa sala com aquela luz branca leeenda #sqn e deixar de exercitar a nossa criatividade são bons exemplos. Claro, alguns cargos são mais dinâmicos que outros, o meu era do tipo estático. Sei que dei o meu melhor e sou grata por tudo o que aprendi aqui.

Finais de ciclo são, de qualquer modo, estranhos. O último que vivi foi com minha surdez – antes de ativar o IC eu estava em pânico controlado petrificada de medo por ter dado aquele salto sem saber se iria me esborrachar com a cara no chão. Abri mão de pouco para ganhar muito (arrisco até dizer, tudo!) em troca. Tenho a sensação que esse novo ciclo será exatamente assim. Anyway, torçam por mim! ;)

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