Dica de app fashion: ASAP54

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O app ASAP54 foi criado pela empreendedora Daniela Cecilio – que comandou o lançamento do e-commerce Farfetch no Brasil – para que as apaixonadas por moda ganhassem uma ferramenta revolucionária para comprar online, descobrir novidades e tendências fashion.  A tecnologia de algoritmos do aplicativo faz com que uma fotografia de uma peça de roupa ou uma referência de estampa de qualquer objeto gere diversas opções de itens fashion que podem ser adquiridos com um clique. O consumidor decide o que deseja visualizar (blusas, saias, vestidos, casacos, etc.) e o sistema busca a própria peça ou peças similares em e-commerces parceiros.

Os resultados podem ser filtrados por marcas, lojas, faixas de preço e cores. Se ainda assim o usuário não encontrar o que deseja, pode entrar em contato com a equipe do ASAP54, que conta com stylists de moda que em no máximo 48 horas enviarão indicações de compra personalizadas. O app também funciona como uma rede social, já que os usuários podem visualizar as referências e peças que seus amigos estão buscando, além de criar uma wishlist com seus itens de desejo preferidos.

O ASAP54 está disponível na Apple Store.

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Orixás Art Hotel: paraíso em Flecheiras, CE

O que seria da vida sem as viagens? Nunca tinha pisado no Ceará, terra da minha bisavó Raymundinha e do meu avô Francisco das Chagas (eles eram de Camocim) e a primeira vez a gente nunca esquece. A idéia de ir para Flecheiras não foi minha, mas sim do Lu, que descobriu navegando o incrível Orixás Art Hotel e fez a reserva, meses atrás. Tinha visto as fotos, mas apenas quando chegamos a ficha caiu. Pensem num lugar exótico, encantador, relaxante e lindíssimo. Adicionem uma praia praticamente deserta, atendimento de primeira, suítes enormes e ótima gastronomia. Legítimo paraíso, o Orixás é o local mais do que perfeito para casais em lua-de-mel ou que querem apenas relaxar e fugir do mundo. Chegando em Fortaleza, o transfer custa R$290 e demora umas 2:30 para chegar até Flecheiras, na Barra do Trairi.


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Antes de irmos, mandei uma mensagem pelo Facebook para o Erich Steffen, uruguaio que comanda o Orixás, pedindo uma ajuda para escolher a nossa suíte – aliás, cada suíte recebe o nome de um orixá! São cinco categorias: luxo, luxo superior, executiva, master e master plus. São tantas opções e fotos que ficamos meio tontos. Trocamos algumas mensagens (na época eu estava escrevendo um post com dicas sobre o Uruguai) e um belo dia o Erich me disse que ganharíamos um upgrade. Quando chegamos, fomos parar na suíte Guaracy, uma das duas suítes master do hotel. Se pudesse explicar como ela era eu diria supertopmegamasterpowerturboplus. Ficamos, literalmente, de queixo caído. E olha que chegamos à noite e ainda não tínhamos muita noção da vista espetacular que nos esperava pela manhã.

 

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A piscina acima ficava no nosso quarto, de frente para o mar.  O hotel é praticamente uma galeria de arte a céu aberto, com exposição constante de obras de artistas pertencentes ao Atelier Orixás em Embu -SP-, no Brasil e em Sintra, Portugal. O nosso dia era duríssimo: acordar (impossível resistir de acordar para ver o nascer do sol), tomar café à beira-mar, voltar para o quarto, curtir piscina privativa, área enorme privativa com vista para o mar e a praia, rede, cama king size, a piscina gigante e convidativa do hotel… É bem comum que os hóspedes digam, em vez de ‘bom dia’, um ‘vida dura, hein’ como cumprimento.

Uma dica boa é trazer vinhos e uísque (compramos em Fortaleza), que podem ser consumidos apenas no quarto. Cidadezinhas muito pequenas não costumam ter opções interessantes nesse sentido, ou, quando têm, são muito caros. Inventamos um drink ótimo: Johnnie Walker Black, gelo e água de coco. Ô, delícia!!! O hotel cobra R$10 pelo baldinho de gelo.

 

 

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O restaurante Orixás fica na beira da praia, e nele é servido o café da manhã. Fica aberto o dia inteiro e a cozinha fecha as 22:00. Almoçamos e jantamos por lá várias vezes, e comemos de lagosta a carne de sol, de massas a salada de camarão. O prato mais caro custa R$120 e serve duas pessoas (e ainda sobra comida). O Orixás tem um spa muito bonito, com vários serviços disponíveis. O Lu lamentou muito o fato de a sauna não estar funcionando durante nossa estadia.

 

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Além de descansar e namorar muito, o que tem para fazer em Flecheiras? Nós alugamos quadriciclo dois dias e fomos de uma ponta até a outra da praia. Não avançamos pois em cada ponta há um rio, que deve ser atravessado de balsa. Fomos até o topo da duna mais alta, paramos no meio do nada para admirar o céu e os milhares de coqueiros, encontramos um restaurantezinho super rústico num local deserto onde comemos um peixe delicioso (a cerveja era Skol, rá). Nunca vou esquecer o papo que tivemos com o dono daquele restaurante. Ele disse que nasceu e viveu ali e que amava a vida simples, amava não precisar se preocupar com bobagem, que quando levamos uma vida complicada demais precisamos estar atentos a tudo o tempo todo e isso desgasta demais. Voltei desejando ter uma casinha lá e viver do mesmo jeito.

 

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Flecheiras é conhecida pelas belíssimas piscinas naturais que se formam na maré baixa – indo para lá não deixe de baixar um app que informe sobre as marés para programar os seus passeios. O mar recua tanto que você jura que está naquele filme, A Lagoa Azul. Os locais ficam pescando e procurando polvos para mostrar para as crianças. É tão divertido!!! Eu sou medrosa e não consigo me atirar e aproveitar, porque fico imaginando caranguejos gigantes na minha direção. Mas os corajosos vão amar, com certeza. Outras atividades legais: passeios de buggy, passeio de Catamarã sobre o rio Mundaú, ida à praia da Lagoinha, aulas de kite surf e aluguel de quadriciclo (R$70 por hora).

 

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Pedimos comida no quarto várias vezes, pois queríamos apreciar a nossa vista maravilhosa. Não choveu – apenas em um dos cinco dias tivemos umas rajadas de chuva. O vento é forte mas muito mais agradável que o vento das praias gaúchas. A água do mar é morninha e a temperatura, muito agradável. Me senti num paraíso particular, queria me amarrar num coqueiro e dizer “não volto, daqui ninguém me tira!!”. Dá uma dor no coração quando chega a hora de fazer as malas e voltar para casa. Queríamos agradecer em especial à funcionária da recepção Maria (nunca vimos um sorriso tão constante e verdadeiro), ao Erich pelo upgrade inesquecível e ao gaúcho (esqueci o nome) que também nos atendeu todos os dias divinamente.

A única dica é: não vá sozinho. O lugar remete, de todas as maneiras possíveis, a romance. Ir sozinho pode causar uma depressão danada…

Orixás Art Hotel

Praia de Flecheiras – Trairi
Fortaleza – Ceara
(55 85) 3351 3104
reservas@orixashotel.com.br

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Grazie: velhas peças, novas histórias

Quando recebi esse release a primeira coisa que me chamou a atenção, obviamente, foi esse casaco lindo de onça. Aí fui ler com calma sobre o trabalho de uma carioca radicada aqui nos pampas e achei a proposta muito interessante. Em primeiro lugar, em termos de sustentabilidade. Em segundo, porque roupas têm história e nessa sociedade de consumo em que vivemos tudo é descartado tão rápido que muitas peças mal têm tempo de estar conosco em situações marcantes das nossas vidas. Às vezes dou ou vendo uma roupa minha para alguém porque acho que a peça não tem mais nada a ver comigo, e aí vejo a pessoa usando de um jeito bacana e bate aquele arrependimento por não ter tido a mesma idéia ou criatividade para dar nova cara à peça.

‘A Grazie é uma marca de roupas que tem como matéria prima roupas e acessórios usados, escolhidos a dedo. Todo o repertório da estilista e curadora, Grazy Pacheco, que é figurinista, é aplicado às peças, sendo em pequenos ajustes ou em bordados e aplicações que fazem toda a diferença, entregando ainda mais carinho às suas clientes. Todas as peças são organizadas por coleções, que seguem conceitos específicos, como nas marcas convencionais.

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Peças vintages são garimpadas nos lugares por onde Grazy passa e não sofrem intervenções justamente para conservar o lado histórico de cada peça. A marca surgiu da vontade de dizer obrigada à História da Moda e da Indumentária. Tantas peças incríveis, tantas histórias vividas dentro delas. Elas não merecem viver em caixas, escondidas no closet. Aqui elas ganham as ruas, escrevendo novas histórias, de forma consciente, aproveitando ao máximo esse mundão de roupas lindas que temos! Peças com rendas, tecidos nobres, estampas de outras décadas. Há também espaço para peças básicas, mas sempre com boas pitadas de criatividade e feminilidade. As peças podem ser encontradas no Mercado de Pulgas em Pelotas e na fanpage da marca. Até o final do mês de julho, no Atelier Santo de Casa, em Florianópolis.’

 

E-mail:contatograzie@gmail.com

Fan page: Grazie (link: http://zip.net/bqn091)

Faixa de preço: R$10,00 a R$250,00

Mercado de Pulgas de Pelotas: Todos os sábados, das 10h às 17h.

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Peelings químicos

Peeling químico ou esfoliação química é a aplicação na pele de uma ou mais substâncias químicas esfoliantes, com a finalidade de remover de maneira CONTROLADA a epiderme (parte da pele mais externa) e ou a derme alteradas. A camada removida pela esfoliação é substituída por novas células. Este procedimento é utilizado para o tratamento de algumas doenças tais como: melanoses e ceratoses actinicas, melasmas, hiperpigmentações pôs-inflamatórias, acne e efelides, bem como para o tratamento do envelhecimento cutâneo. Os peelings químicos são classificados em faciais e corporais, e em muito superficiais, superficiais, médios e profundos. A profundidade dos peelings depende do objetivo do tratamento e de alguns fatores como: tipo de pele, região tratada, tipo de agente químico utilizado no peeling. Além disso, o modo de preparo da pele, limpeza e desengorduramento da pele, técnica de aplicação, número de camadas e tempo de contato do agente com a pele, também são fatores que podem influenciar na profundidade compelindo. A pele deve ser preparada 15-30 dias antes do procedimento com ácidos, associados ou não a despigmentantes. É muito importante a adesão em relação à necessidade de FOTOPROTEÇÃO DIÁRIA com protetor de alto espectro (UVA/ UVB) e FPS no mínimo 30. Esse preparo da pele é essencial para que o agente penetre de maneira uniforme na pele, evitando pigmentação pôs-inflamatória e outras complicações. Os principais agentes utilizados, sozinhos ou combinados, são o ácido retinóico, o acido tricloroacético, a solução de Jessner, o ácido salicílico, o acido glicólico e o fenol.

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Após o peeling, a pele começa a descamar suavemente entre 2-3 dias, no caso das esfoliações superficiais, e o processo se completa ao redor do 10 º dia. A principal orientação é a utilização de filtro solar e a nao exposição solar prolongada por 30 dias. Pode ser repetido a cada 10-15 dias e recomenda-se de 1 a 5 sessões. Nos peeling médios, a descamação é mais intensa e demorada. Se houver necessidade de se repetir o procedimento o intervalo é maior, em geral, de 30 a 60 dias. Apesar de ser um procedimento de fácil execução, pode evoluir com algumas complicações. Algumas doenças preexistentes, por exemplo rosácea ou dermatite atópica, podem ser exacerbadas. Erupção acneiforme pôs peeling não é incomum, assim como eritema persistente e hiperpigmentação pôs-inflamatória. Complicações mais severas como hipopigmentação, infeções bacterianas, fúngicas ou virais são menos freqüentes. E quanto maior a profundidade do peeling, maiores as chances de complicações. É importante frisar que o peeling químico (superficial e médio principalmente) não é capaz de mudar o tamanho dos óstios foliculares, melhorar a elasticidade da pele, melhorar cicatrizes profundas, remover TOTALMENTE a hiperpigmentação nem remover vasinhos da face. Mas após um peeling bem-sucedido observa-se sim correção do dano solar, diminuição das rugas, melhora da hiperpigmentação irregular e suavização das cicatrizes superficiais.

 

Raíssa Londero Chemello

Médica Dermatologista – CRM 27193 Mestre pela Universidade do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Santa Maria: (55) 3221-2838

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Dica de restaurante espanhol no Rio: Shirley

A uma quadra da praia, escondidinho no Leme, está um tesouro chamado Shirley. Comida espanhola de primeira, porções generosas para os padrões do Rio e ambiente despretensioso são os segredos desse lugar, inaugurado na década de 50, que mantém seu charme com a ajuda dos garçons das antigas que se vestem ‘nos trinques’.  Não há quem não elogie os frutos do mar, que ficam expostos logo na entrada. A boa pedida? Mexilhões à escabeche, azeitonas pretas e paella. Tudo acompanhado por uma sangria tradicional. Os preços são amigos se comparados com outros restaurantes cariocas – que exageram tanto, mas tanto, que um prato de spaghetti com frutos do mar chega a custar R$100!!!

 

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Restaurante Shirley
Rua Gustavo Sampaio, 610 – Leme
Rio de Janeiro/RJ
(21) 2275-1398

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